segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Sobre o equilibrio na educação do seu filho.

Esses dias uma conhecida do facebook postou essa mensagem na sua timeline e disse que gostaria de marcar algumas mães nela. Eu acho que não foi pra mim, pois acredito no bem das pessoas, mas de qualquer maneira, essa é uma visão que muitas mães tem quando dizemos que nossos filhos são bons em algo. Pensam sempre numa criança entediada, chata, anti-social e enclausurada numa vida de muito conhecimento e pouca diversão. Bom mesmo é ser criança e brincar livremente.

E realmente, é ótimo ser criança e brincar livremente, mas qual é o problema de uma criança livre aprender outras coisas? Não é como se a mãe forçasse o filho a fazer tudo isso. Pelo menos, não no meu caso.
Bibi sempre teve um interesse natural para leitura, desenho e até mesmo para linguas, por que não? 
Eu nunca precisei prende-la na cadeira e socar esse conhecimento nela. Até por que, ela só tem 1 ano e meio, isso seria no mínimo estupido da minha parte.
O que algumas mães não entendem é que se seu filho mostra uma habilidade natural pra algo ele deve ser estimulado a desenvolver e isso não tem nada a ver com uma obrigação de aprender. Só precisamos lapidar o diamante que existe na massinha cinzenta dele.

Minha filha assiste tv, mexe no meu celular e faz muitas coisas que me colocaria na condição de "menasmain" mas ela também lê, desenha, ouve música clássica e dança. Não há nada de mal em mesclar o conteúdo do seu filho. Não precisamos escolher o 8 ou 80, podemos ser um belo 44 feliz. 






O interesse da Bibi por desenhar e ler é uma coisa que veio natural dela, não é como se eu tivesse obrigado ela a fazer todas essas coisas, eu apenas estimulei um interesse que é dela. Na hora que ela resolve parar, ela desce da cadeira e vai fazer o que ela quiser, seja jogar no celular, assistir a peppa ou rabiscar a parede da sala.


Criamos um ser livre, mas o incentivamos a ser o melhor sempre.
E não melhor do que o filho dos outros, mas o melhor do que ele era ontem.

A tendência é sempre evoluir, e isso eu digo não somente aos bebês, aos pais também.

Beijos! 


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